Conselho da Infância e Juventude Conselho da Infância e Juventude

07/11/2019

III Encontro de Magistrados da Infância e Juventude e I FOEIJ/PR
(Ata, Enunciados e Deliberações)

Ata de Sessão Plenária do III Encontro de Magistrados da Infância e da Juventude do Estado do Paraná
Enunciados - Medidas de Proteção
Enunciados - Adolescentes em Conflito com a Lei
Encaminhamentos - Fluxos e Procedimentos
Encaminhamentos - Infraestrutura do Poder Judiciário

12/09/2019

Semana da Criança e do Adolescente 2019

Magistrados e servidores estão convidados a integrar a Semana da Criança e do Adolescente no TJPR entre as datas de 07 a 13 de outubro de 2019. O principal objetivo da proposta é concentrar ações em prol da prioridade absoluta e da proteção especial dos direitos humanos infanto-juvenis em comemoração ao Dia da Criança.

De iniciativa do Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ-PR) e da Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ/TJPR), espera-se que todas as Comarcas se envolvam na Semana da Criança e do Adolescente com o desenvolvimento de alguma ação adequada às necessidades e características de cada localidade. É possível, por exemplo, que sejam iniciados novos projetos e agendadas atividades de projetos já em curso, ou que se realizem mutirões de audiências e outros atos em processos com interesse de crianças e adolescentes, ou mesmo ainda, que ocorram eventos, cursos, palestras, capacitações, campanhas, doações, atividades culturais e esportivas.

A participação depende da inscrição da proposta em formulário online https://portal.tjpr.jus.br/portletforms/frm.do?idFormulario=4452 até a data de 02 de outubro de 2019 para fins de sistematização e divulgação. Maiores informações poderão ser solicitadas ao CONSIJ pelo email consij@tjpr.jus.br.

12/08/2019

Estão Abertas as inscrições para o III Encontro de Magistrados da Infância e Juventude

As inscrições para o III Encontro de Magistrados da Infância e Juventude estão abertas até o dia 15 de setembro de 2019 e podem ser feitas pelo site

Estão abertas as inscrições para o III Encontro de Magistrados da Infância e Juventude
Evento acontecerá de 3 a 5 de outubro, em Guaratuba, no litoral do Paraná 
Ter, 13 Ago 2019 12:21:45 -0300
As inscrições para o III Encontro de Magistrados da Infância e Juventude estão abertas até o dia 15 de setembro de 2019 e podem ser feitas pelo site http://www.emap.com.br/cursos/2019/III%20Encontro%20da%20Infancia%20e%20Juventude/. O evento acontecerá em Guaratuba, no litoral do Paraná, de 3 a 5 de outubro, e permitirá a troca de experiências, a uniformização e o aprimoramento de entendimentos, com elaboração e votação de enunciados. No mesmo período, está prevista a realização da I Reunião do Fórum Estadual dos Juízes da Infância e Juventude.

Organizado pelo Conselho de Supervisão dos Juízes da Infância e Juventude (CONSIJ) e pela Coordenadoria da Infância e Juventude do Estado do Paraná (CIJ), o Encontro tem o objetivo de fortalecer a atuação e o debate dos magistrados que trabalham com o tema.

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III Encontro de Magistrados da Infância e Juventude
Data: 3 a 5 de outubro de 2019;
Local: Sede Associação dos Magistrados do Paraná (AMAPAR) – Guaratuba - Av. Atlântica, 600 - Baira Mar‏ - Guaratuba - Paraná
Inscrições: até 15 de setembro de 2019 no site da EMAP:
http://www.emap.com.br/cursos/2019/III%20Encontro%20da%20Infancia%20e%20Juventude/.

30/05/2019

Pato Branco no Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Vara da Infância e Juventude da Comarca de Pato Branco participa de ações alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Realizou-se no dia 18 de maio de 2019, em parceria com o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Crianças e do Adolescentes – CMDDCA e a Comissão de Divulgação do Fluxo de Atendimento para Crianças e Adolescentes em Situação de Violência no Município, atividades de sensibilização e conscientização da população quanto ao referido tema no espaço do Largo da Liberdade em Pato Branco.

Na ocasião, acontecia o evento “Fazendo Arte” promovido pela Secretaria Municipal da Cultura juntamente com a Academia Patobranquense de Letras. Os organizadores cederam um espaço, no qual foi organizada uma oficina de desenho para crianças e adolescentes.
Participaram desta oficina 33 crianças e adolescentes que produziram desenhos representando os Direitos das Crianças e Adolescentes e retratando também situações de violação destes.

Serão selecionados alguns desenhos produzidos para ilustrar um Instrutivo produzido pela Comissão de Divulgação do Fluxo de Atendimento para Crianças e Adolescentes em Situação de Violência no Município de Pato Branco, a ser lançado nos próximos meses.
Além da proposta de atividade com as crianças e adolescentes, o momento oportunizou aproximação com a população que circulava no local, conversando sobre o papel social no combate a violência e exploração sexual infantil, bem como quanto à forma de notificação no município.

25/05/2019

CONSIJ/PR e CIP-TJPR lançam campanha para incentivar a adoção

O Paraná está entre os estados brasileiros que mais trabalha para garantir um lar para as crianças e os adolescentes que foram destituídos do poder familiar e, portanto, estão aptos à adoção. Somente em 2018, foram realizadas 308* adoções no Estado. Além do trabalho dos magistrados, servidores e da equipe multidisciplinar, também atuam incessantemente para garantir os direitos dessas crianças e desses adolescentes o Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ-PR), a Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ-PR) e a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA). 

A partir da semana que vem, terá início uma campanha de incentivo à adoção. O CONSIJ e a CIJ prepararam vários vídeos e artigos explicativos, que abordam diversos temas relativos à adoção. Dentre os assuntos que serão destacados estão a abertura do processo de adoção e as etapas que ocorrem durante todo o procedimento e, por fim, a emissão da nova certidão de nascimento do adotado. Nessa campanha, o Judiciário Paranaense dará especial enfoque à adoção tardia – voltada às crianças e aos adolescentes com perfis especiais ou com grupo de irmãos.

Adotar é Amor!

Paraná é o estado com maior número de adoções internacionais.

*Dados coletados no Cadastro Nacional de Adoção - CNA em 22/05/2019

17/05/2019

Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

No próximo dia 18 é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Com o lema “Faça bonito. Proteja nossas crianças e adolescentes”, a campanha nacional, lançada para a data e apoiada pelo TJPR, por meio do Conselho de Supervisão e Coordenadoria dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ-CIJ-TJPR) pretende mobilizar a população para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes.

A data foi escolhida pelo caso conhecido como o “Crime Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas 8 anos de idade, que no dia 18 de maio de 1973 foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo, por jovens de classe média alta. Apesar da gravidade dos crimes nenhum dos envolvidos foi punido. A partir da aprovação da Lei Federal nº 9.970/2000 a data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Ocorrido há quase 40 anos, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem. Somente no âmbito do apurado pela plataforma Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos, apenas no primeiro trimestre de 2015 foram recebidas 4.480 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes.

DENÚNCIAS

Em todo o país o “Disque 100”, criado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, é um serviço de recebimento, encaminhamento e monitoramento de denúncias de violência contra crianças e adolescentes. Ele funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive aos finais de semana e feriados. As denúncias são anônimas e podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita para o número 100; e do exterior pelo número telefônico pago +55 (61) 3212-8400 ou pelo endereço eletrônico: disquedenuncia@sedh.gov.br.

FORTIS

Os poderes Judiciário e Executivo estão desenvolvendo ações integradas, conjuntas e coordenadas de enfrentamento das violências e crimes contra a criança e o adolescente. Denominado FORTIS (Força tarefa Infância Segura), tem a finalidade de promoção de campanhas de conscientização, sensibilização e orientação, bem como divulgação dos canais de denúncia do Estado do Paraná, a proposta é de interiorização e foi iniciada em 21 de fevereiro.

PROTOCOLO DE ESCUTA ESPECIALIZADA E DEPOIMENTO ESPECIAL

Também em 21 de fevereiro, o Presidente do Tribunal de Justiça firmou o ATO CONJUNTO número 19/19, composto pelo Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Público, Ordem dos Advogados do Brasil-Seção do Paraná, Governo do Paraná, Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes e Associação dos Conselhos Tutelares e regulamenta a escuta especializada e depoimento especial de crianças e adolescentes vítimas de violência, no âmbito do Sistema Estadual de Justiça.

30/04/2019

Fábrica de Oportunidades

No dia 25 de abril, no auditório do SENAC de União da Vitória, o CEJUSC, Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de União da Vitória, promoveu o lançamento oficial do Programa “Fábrica de Oportunidades”. O Programa reúne vários subprojetos e ações voltados para a promoção dos direitos dos adolescentes e jovens, como acesso aos serviços culturais, esportivos e educacionais, inclusão digital, e inserção no mundo do trabalho através da Aprendizagem – Jovem Aprendiz, entre outros.
O evento teve como objetivo principal potencializar o Programa de Aprendizagem Profissional na Comarca de União da Vitória/PR junto ao meio empresarial local.


O Juiz de Direito Carlos Eduardo Mattioli Kockanny apresentou o programa aos participantes com o objetivo de conscientizar e incentivar os empresários e demais instituições que atuam no segmento da promoção dos direitos dos adolescentes e juventudes e acesso a profissionalização, sobre a importância e os benefícios da contratação de adolescentes e jovens no “Programa de Aprendizagem”, sobretudo a inclusão daqueles em situação de vulnerabilidade como alternativa de inclusão social e promoção da autonomia e do protagonismo juvenil, uma vez que o Programa de Aprendizagem está vinculado à matricula, frequência e bom desempenho escolar, enfatizando assim, a Educação como ferramenta para a transformação social.


Em seguida a Desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná e gestora regional do “Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem (PCTIR), Rosemarie Diedrichs Pimpão, enfatizou que "É preciso que as empresas utilizem a ferramenta da aprendizagem para combater o trabalho infantil, exercitando a sua responsabilidade social, porque afinal estamos tratando do futuro dos nossos jovens e adolescentes, cumprindo com o artigo 227 da nossa Carta Republicana que confere prioridade absoluta a proteção da criança, adolescente e jovem”.


Na sequência o Doutor Rui Alberto Ecke Tavares, Auditor-fiscal do Trabalho, e Coordenador do Projeto de Inserção de Aprendizes da Superintendência Regional do Trabalho do Estado do Paraná, abordou aspectos diversos sobre a Lei da Aprendizagem, também sobre o processo de inserção de aprendizes no mercado de trabalho e execução do contrato.
O Juiz Carlos Mattioli comemorou o sucesso do evento: “A repercussão foi muito positiva ao final do evento. E já no dia seguinte empresário local procurou o CEJUSC para a contratação de uma vaga de aprendizagem. Nossa equipe encaminhou dois candidatos, uma adolescente e um jovem, com o perfil solicitado, para entrevistas e análise, o que ocorreu no próprio Fórum, sendo que para nossa surpresa ambos foram selecionados para começo imediato”.


PARTICIPAÇÕES

A cerimônia contou com a participação da Juíza de Direito Noeli Reback representando o Conselho de Supervisão e Coordenadoria dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ-CIJ/PR), que coordena na Comarca de Ponta Grossa o projeto Jovem Cidadão no Mercado de Trabalho e dará suporte à Comarca de União da Vitória que buscará subsídios também no programa de aprendizagem “Jovens Promissores.”
Também se fizeram presentes as demais instituições parceiras do Programa: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de União da Vitória (SENAC), Centro Integração Empresa-Escola do Paraná - União da Vitória (CIEE), Associação Comercial e Empresarial de União da Vitória (ACEUV) e Câmara de Dirigentes e Lojistas de Porto União da Vitória (CDL), Prefeitura Municipal de União da Vitória, e Núcleo Regional de Educação de União da Vitória (NRE).


ATENDIMENTO DOS INTERESSADOS

Nos próximos dias o CEJUSC irá promover ampla campanha midiática com o fim de esclarecer aos adolescentes, jovens e empresários locais interessados o formato do programa Fábrica de Oportunidades para vagas de Jovem Aprendiz nas empresas e órgãos públicos locais.
Empresários interessados em abrir vagas a jovens aprendizes já podem procurar desde logo o setor de Pedagogia do CEJUSC pessoalmente de segunda a sexta-feira, das 14h00min às 17h00min, ou por meio dos telefones 3523 8859 e 3523 8460, ramal 8031.
Texto e fotos: CEJUSC

18/02/2019

Abertas as inscrições para o XXIV FONAJUV e VI FONAJUP

O XXIV Fórum da Justiça Juvenil (FONAJUV) e o VI Fórum da Justiça Protetiva (FONAJUP) acontecerão entre os dias 27 e 29 de março de 2019, em Palmas (TO), no auditório da Escola Superior da Magistratura (ESMAT), localizada na  Av.Theotônio Segundo, Plano Diretor Norte, AANE 40, QI-01, Lote 03. A abertura dos dois fóruns acontecerá em conjunto no dia 27 de março. 

O evento e conta com o apoio da ABRAMINJ, da Escola Superior da Magistratura (ESMAT), do Poder Judiciário do Estado de Tocantins, da Associação dos Magistrados do Estado de Tocantins (Asmeto) e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). 

Confira aqui a programação completa do Fonajup

Confira aqui a programação completa do Fonajuv.

Se inscreva clicando aqui.  

O hotel Girassol Plaza está disponibilizando pacotes especiais para os participantes do evento. Clique aqui e saiba mais. 

FONAJUV: Criado no dia 8 de agosto de 2008 com o objetivo de reunir e promover o debate entre magistrados e interessados pela temática infanto-juvenil, além de conhecer a realidade de cada região, os desafios e as experiências exitosas, buscando a construção de ferramentas para garantir a agilidade e a concretude na aplicação das medidas socioeducativas pelos juízes da área da Justiça Juvenil.

FONAJUP: O FONAJUP tem como missão a promoção do debate de temas relevantes entre os magistrados com competência em infância e juventude, com vistas a atribuir eficácia máxima às normas protetivas, bem como trabalhar na elaboração legislativa pertinente, para que a magistratura seja ouvida em todos os projetos de lei que digam respeito à criança e adolescente em situação de vulnerabilidade.

Fonte: ABRAMINJ (http://www.abraminj.org.br)

16/01/2019

Relatório da Semana da Criança e do Adolescente 2018

 

A equipe do Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ-PR) e da Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ-PR) publica o relatório da 3ª edição do projeto “Semana da Criança e do Adolescente no Judiciário”, realizada em 17 Comarcas do Paraná entre os dias 8 e 15 de outubro de 2018.

O levantamento foi realizado com base na sistematização dos projetos, que foram registrados por meio da Ficha de Inscrição da Ação e da Ficha de Comunicação dos Resultados.

Mais de 175 servidores do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), além de estagiários e uma ampla rede de apoio composta pelo Ministério Público do Paraná, pela Defensoria Pública do Paraná, pela Ordem dos Advogados do Brasil – seção Paraná, por escolas, universidades, comércios e secretarias municipais, participaram das atividades.

O CONSIJ e a CIJ aproveitam a oportunidade para transmitir seus agradecimentos às Comarcas que desenvolveram ações relacionadas ao tema e ampliaram ainda mais o alcance das boas práticas na área da Infância e da Juventude.

Além dos números e das iniciativas criativas, o principal destaque entre os dados coletados foi verificar a visível articulação das Comarcas participantes com as redes de proteção de seus territórios. O protagonismo do Judiciário, como parte integrante na constante promoção e na garantia dos direitos da criança e do adolescente, revela que o diálogo e a busca permanente pela qualificação do atendimento à criança e ao adolescente estão presentes na prática das equipes em todo o Estado.

Este registro representa o engajamento e o esforço de diversos Magistrados e servidores que vislumbram a defesa e garantia dos direitos infanto-juvenis, como um instrumento de transformação social e de construção da cidadania das futuras gerações.

Confira o Relatório do Projeto.

19/11/2018

Juízes paranaenses participam do V Fonajup e do XXIII Fonajuv

Os magistrados Noeli Salete Tavares Reback, da Vara da Infância e Juventude de Ponta Grossa; Luciana Assad Luppi Ballalai, da Vara da Infância e Juventude de Foz do Iguaçu; e Brian Frank, da Vara de Família e Sucessões, Infância e Juventude de Telêmaco Borba, participaram na última semana do V Fórum Nacional da Justiça Protetiva (Fonajup) e do XXIII Fórum Nacional de Justiça Juvenil (Fonajuv), realizados em Campo Grande (MS).

Os eventos estão entre os mais importantes na área da infância e juventude para atualização e intercâmbio das experiências bem-sucedidas entre juízes que atuam nas áreas protetiva e socioeducativa. No encontro foram abordados temas como o monitoramento eletrônico de adolescentes em conflito com a lei; a unificação de medidas socioeducativas em meio aberto e a antecipação cautelar de prova por meio do depoimento especial nos procedimentos infracionais.

A juíza Katy Braun do Prado, Coordenadora da Infância e Juventude de MS, disse que o Fonajuv é um fórum muito ativo que teve grande importância na construção do sistema socioeducativo brasileiro. Ela explicou que a Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) foi inspirada nas discussões promovidas pelo Fonajuv e, sendo esse órgão antenado com o momento atual no país, não abriu mão de discutir a redução da maioridade penal e enunciados que auxiliam os juízes por todo o Brasil na aplicação de medidas socioeducativas, de forma unificada. 

A magistrada destacou ainda que “o Fonajuv é um órgão independente, que congrega todos os juízes da infância e juventude, para discussão de assuntos especializados na área juvenil. E foi ele que inspirou a criação do Fonajup, porque os juízes da área protetiva não estavam congregados e, a partir do exemplo do Fonajuv, os juízes da área protetiva criaram um fórum com a mesma finalidade, buscando uma especialização”.

O presidente do Fonajuv, Juiz Carlos José Limongi Sterse, ressaltou que o Fórum retornou ao formato anterior: há uma apresentação sucinta de alguns temas e cada estado discute e demonstra sua posição. De acordo com Sterse, a intenção é levar ao presidente eleito Jair Bolsonaro as expectativas e os anseios dos juízes da infância.

“Nossa discussão principal, em razão da bandeira da maioridade penal, foi esse tema. Queremos levar ao futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, nossos pleitos e mostrar o que pensam os juízes da infância a esse respeito, além das sugestões para a não redução da maioridade penal, mas para elevar o tempo de internação e de que forma isso poderia ser feito”, explicou.

Sterse falou também do projeto apresentado pelo Fonajuv, que tramita no Congresso Nacional. “Pelo PL aumenta-se o prazo de internação por até 10 anos, já que o tempo de internação hoje é de três anos. O projeto sofreu emendas e já está quase indo para votação. Discutimos os encaminhamentos e como fazer nossa parte no Congresso para que isso chegue a bom termo”, declarou.

O V Fonajup e o XXIII Fonajuv aconteceram nos dias 13 e 14 de novembro.

Com informações do Assessoria de Imprensa do TJPR, TJMS e da Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj).

17/10/2018

II Encontro de Magistrados da Infância e Juventude do Paraná

Enunciados - Medidas de Proteção

Enunciados - Conflito com a Lei

Ata de Sessão Plenária do II Encontro de Magistrados da Infância e Juventude do Paraná

12/11/2017

Semana da Criança e do Adolescente 2017

   O Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude do Paraná (CONSIJ) convidou magistrados e servidores de todas as Comarcas do Estado para participarem da 2ª edição da “Semana da Criança e do Adolescente no Judiciário”. As ações ocorreram entre os dias 1º e 7 de outubro, porém, em diversas comarcas as atividades se estenderam ao longo do mês.

  O principal objetivo do evento foi de promover atividades recreativas nas escolas e na comunidade, divulgar projetos na área da infância e juventude, realizar palestras e oficinas de reintegração familiar, entre outras ações. Também ocorreram campanhas para arrecadação de brinquedos, fraldas descartáveis, leite e demais alimentos não perecíveis para doação.

PARTICIPAÇÃO
   O CONSIJ estruturou a Semana em quatro temas distintos: emancipação social de crianças e adolescentes, aumento nos índices de resolutividade dos processos que envolvem crianças e adolescentes, fomento na articulação da rede de atendimento e capacitação.

  Aderiram a proposta 27 comarcas, contando com a realização de 81 atividades. Foi registrado o envolvimento de 27 magistrados, além de 117 servidores que integraram, estimularam e desenvolveram as ações. Em comunicação dos resultados do projeto, 26% das comarcas consideraram as ações satisfatórias, enquanto 74% avaliaram como muito satisfatória. 100% das comarcas envolvidas informaram que gostariam de integrar novamente a proposta.

  O compromisso com a infância e a juventude é prioritário e permanente. O ideal é que as atividades sugeridas para a Semana da Criança e do Adolescente no Judiciário sejam continuamente desenvolvidas a fim de que os resultados apresentados sejam constantemente ampliados.

Download:  Relatório de avaliação

12/11/2017

ENCONTRO DE PREPARAÇÃO PARA PRETENDENTES À ADOÇÃO

   Encerrou-se no dia 31 de outubro a 1ª edição do “Encontro de Preparação On-line para Pretendentes à Adoção”, desenvolvido pela Corregedoria-Geral da Justiça do Paraná, em parceria com o Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ) e com o apoio do Grupo de Apoio “Adoção Consciente” (GAACO) de Curitiba e da Equipe Técnica da Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Curitiba.

   Com o objetivo primordial de informar e orientar os pretendentes à adoção quanto aos procedimentos processuais e demais aspectos psicossociais afetos à adoção, os Módulos foram transmitidos nos dias 10, 17, 19, 24, 26 e 31 de outubro, com amplo conteúdo programático, do qual destacam-se os seguintes temas: Noções introdutórias sobre a adoção; Como acontece o processo de adoção? Etapas – indicação, período de aproximação, estágio de convivência, sentença; A visão da criança sobre o processo de adoção; Mitos que Constituem a Cultura da Adoção de Crianças Maiores; Importância da preparação e uma reflexão sobre a desistência da adoção.

   O evento contou com 871 inscrições, com participantes de 66 Comarcas do Paraná, bem como de Minas Gerais, Acre, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

   Entre os diversos participantes que parabenizaram a iniciativa, destaca-se o comentário da Erika, Assistente Social de Arapongas: “Aproveito para parabenizar toda a equipe do CONSIJ pelo brilhante Encontro, com excelentes palestrantes, os quais despertaram reflexões que certamente contribuirão para aprimorar os cursos realizados em nossa Comarca, agregando as experiências compartilhadas. Obrigada pela oportunidade maravilhosa”.

Download: Relatório Final

Texto: Corregedoria-Geral da Justiça.

23/05/2017

25 de maio - Dia Nacional da Adoção

     O Dia Nacional da Adoção é uma data que inspira debates e reflexões, muito embora no Brasil os temas envolvendo crianças e adolescentes tenham sido fontes de discussões permanentes pelo poder público e entidades privadas, na tentativa de dar cumprimento integral e aprimorar cada vez mais o atendimento ao seu bem-estar, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

     Neste 25 de maio, façamos diferente, em vez de falar das mazelas sociais que atingem nossa população infanto-juvenil, vamos nos debruçar sobre o amor... um amor diferente.

     Trata-se desse sentimento especial que os pais adotivos trazem dentro de seus corações. E por que seria diferente, perguntariam alguns?

     Porque filhos naturais são fáceis de serem aceitos e amados, a consanguinidade é fator determinante para facilitar a criação dos laços entre o pai, mãe e o filho que está sendo gestado. A natureza é sábia e dá o período de 9 meses para os pais se prepararem psicoemocionalmente para receberem seu filho. Assim, fica fácil amar.

     Difícil é abrir mão da previsibilidade do biotipo do filho que vai nascer... na família biológica, mesmo que não vá se parecer com um dos genitores, certamente terá traços de alguém em 1º, 2º, 3º grau ou com qualquer dos que compõem a árvore genealógica dos pais.

     Difícil é não saber quando e com quantos anos seu filho irá chegar, se terá irmãos, qual sua cor, suas características, as heranças atávicas e o que poderá ter passado ainda em estado gestacional e talvez nos primeiros anos de sua vida.

     Difícil é uma espera que não se sabe se terá fim, a ansiedade de ser chamado pela Vara da Infância e da Juventude para conhecer uma criança, a demora que muitas vezes se transforma em angústia, frustração e desesperança. Difícil é fazer a esperança renascer a cada dia, sem adoecer emocionalmente.

     Difícil é se deparar com pretendentes à adoção que escolhem as características individuais minuciosamente, de tenra idade, olhos claros, pele alva, bonita, saudável como os genitores da criança, como se pudessem “construir” uma criança para nascer de seu imaginário, que deverá ser tão perfeita quanto sua idealização.

    Há que se fazer também uma homenagem aos pais adotivos internacionais. Esses, em sua grande maioria, são especialistas nesse amor diferente e sem fronteiras; aceitam suas crianças, sem ao menos conhecê-las presencialmente, se preparam durante meses para sua vinda ao Brasil, onde permanecem no mínimo 45 dias até a conclusão da adoção. Não lhes interessa a cor, aceitam crianças grandes, às vezes adolescentes para não separar os irmãos. Respeitam o passado dos filhos adotivos e, principalmente, a existência de vínculos fraternos, se esforçando para a manutenção das relações entre os irmãos, quando parte não tenha sido adotada ou tenha sido por outro núcleo familiar.

     Os pais adotivos preparados e capazes são similares no mundo inteiro. A diferença está apenas no local em que vivem. Há quem prefira que um grupo integral de irmãos, que poderia ser adotado junto ou em subgrupos no âmbito internacional, seja separado um a um, colocando em adoção nacional somente os menores e condenando os maiores a viver até a maioridade em regime de acolhimento. Aí cometem-se dois grandes equívocos: inviabilizar a chance da adoção dos irmãos mais velhos e separar a família, sequestrando sua história e o direito da preservação dos vínculos fraternos.

     Priorizar a adoção nacional está previsto no artigo 50, parágrafo 10º, do ECA. Contudo a razoabilidade deverá prevalecer, sem sacrifício ao que está preconizado no Artigo 28, parágrafo 4º: “os grupos de irmãos serão colocados sob adoção, tutela ou guarda na mesma família substituta, ressalvada a comprovada existência de risco de abuso ou outra situação que justifique plenamente a excepcionalidade de solução diversa, procurando-se, em qualquer caso, evitar o rompimento definitivo dos vínculos fraternais”.

     É dever sempre procurar viabilizar o melhor atendimento ao interesse das crianças e dos adolescentes. Elas crescem e, via de regra, irão sentir necessidade de buscar as suas raízes, então é preciso que, como agentes de mudança e participantes da rede de atendimento, cada um se proponha a fazer o melhor e aja como um facilitador no presente, com vistas ao futuro.

     O olhar que pais adotivos especiais possuem é o mesmo que os que labutam nessa área fascinante da infância e da juventude precisam ter – um amor diferente e que transcende.

    Um festivo Dia Nacional da Adoção também a todos aqueles que em seu cotidiano profissional ou voluntariamente, em diferentes segmentos, lutam na tentativa de mudar para melhor o destino de vidas.

     “10 anos atrás, 2 mães e 2 pais deram o maior passo de suas vidas... eles decidiram criar uma família, colocando todo o desejo e alegria naquele dia, que mudaria suas vidas. Sabiam que eles estavam indo ao encontro, sabiam que não seria a coisa mais fácil do mundo, mas não pensaram 2 vezes para viajar 10.063 quilômetros de sua cidade mãe. Hoje, depois de 10 anos, ainda estamos aqui, depois de discussões, desentendimentos, abraços e emoções que apenas nós 8 conseguimos entender. Chegamos até aqui juntos e ainda temos muito tempo pra dedicarmos a vocês, para nos dedicarmos. OBRIGADO POR TUDO!!!!!”. (Mensagem postada recentemente em uma das redes sociais por R... 18 anos, tinha 8 quando foi adotado internacionalmente com o irmão. Seus outros 2 irmãos, da Comarca de Cascavel – Paraná, foram adotados por outra família  próxima e os 4 irmãos cresceram juntos e mantiveram os vínculos fraternos).

Texto: Amélia Reiko Jojima - Coordenadora – CEJA – PR
Comissão Estadual Judiciária de Adoção -  Autoridade Central Estadual

10/05/2017

Faça Bonito. Proteja nossas Crianças e Adolescentes

     No próximo dia 18 é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Com o lema “Faça bonito. Proteja nossas crianças e adolescentes”, a campanha nacional, lançada para a data e apoiada pelo TJPR, por meio do Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ), pretende mobilizar a população para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes.
 
     A data foi escolhida pelo caso conhecido como o “Crime Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas 8 anos de idade, que no dia 18 de maio de 1973 foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo, por jovens de classe média alta. Apesar da gravidade dos crimes nenhum dos envolvidos foi punido. A partir da aprovação da Lei Federal nº 9.970/2000 a data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

      Ocorrido há quase 40 anos, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem. Somente no âmbito do apurado pela plataforma Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos, apenas no primeiro trimestre de 2015 foram recebidas 4.480 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes.

Denúncias
 
     Em todo o país o “Disque 100”, criado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, é um serviço de recebimento, encaminhamento e monitoramento de denúncias de violência contra crianças e adolescentes. Ele funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive aos finais de semana e feriados. As denúncias são anônimas e podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita para o número 100; e do exterior pelo número telefônico pago +55 (61) 3212-8400 ou pelo endereço eletrônico: disquedenuncia@sedh.gov.br.

 

21/10/2016

Boletim "Socioeducação em Foco" de outubro/2016

C O N S I J - P R

     Foi disponibilizado pela Coordenadoria Temática da Socioeducação do CONSIJ-PR a edição de outubro de 2016 do Boletim Socioeducação em Foco.

16/08/2016

Semana da Criança e do Adolescente no TJPR

     Magistrados e servidores estão convidados a integrar a Semana da Criança e do Adolescente no TJPR entre as datas de 10 a 14 de outubro de 2016. O principal objetivo da proposta é concentrar ações em prol da prioridade absoluta e da proteção especial dos direitos humanos infanto-juvenis em comemoração ao Dia da Criança.

     De iniciativa do Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ-PR), espera-se que todas as Comarcas se envolvam na Semana da Criança e do Adolescente com o desenvolvimento de alguma ação adequada às necessidades e características de cada localidade. É possível, por exemplo, que sejam iniciados novos projetos e agendadas atividades de projetos já em curso, ou que se realizem mutirões de audiências e outros atos em processos com interesse de crianças e adolescentes, ou mesmo ainda, que ocorram eventos, cursos, palestras, capacitações, campanhas, doações, atividades culturais e esportivas.

     O Presidente do CONSIJ, Des. Ruy Muggiati esclarece: “ as atividades da Semana da Criança não se restringem às Varas da Infância e da Juventude, mas também podem envolver magistrados e servidores de outras Varas e até a Comarca como um todo. Quanto maior a adesão, maior a contribuição do Judiciário em prol dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes”.

     A participação depende da inscrição da proposta em formulário online https://portal.tjpr.jus.br/portletforms/frm.do?idFormulario=936 até a data de 05 de outubro de 2016 para fins de sistematização e divulgação. Maiores dúvidas poderão ser encaminhadas ao email: consij@tjpr.jus.br.

18/05/2016

Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

     A violência sexual praticada contra as crianças e os adolescentes, enquanto fenômeno social, pode se manifestar de diversas formas: desde o abuso sexual - dentro da própria família, até a exploração sexual para fins comerciais – organizada pelas redes de prostituição, pornografia e o tráfico. Todas essas formas são crimes e acima de tudo se configuram como violação dos Direitos Humanos.

    As crianças e os adolescentes que são vítimas desse tipo de violência sofrem danos irreparáveis para o seu desenvolvimento físico, psíquico, social e moral. São danos que podem trazer outras consequências, tais como o uso e a dependência de drogas, a ocorrência de gravidez precoce e indesejada, os distúrbios de comportamento na família e na comunidade, a manifestação de condutas antissociais, além da contração de diversos tipos de infecções por doenças sexualmente transmissíveis.

    A data de 18 de maio é marcada por um triste fato ocorrido em 1973, quando a garota Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, foi drogada, espancada, estuprada e morta na cidade de Vitória, no Espírito Santo. O caso não foi solucionado e os criminosos ficaram impunes. 
Com a intenção de convocar toda a sociedade a participar de maneira direta e objetiva na luta contra qualquer tipo de violência sexual contra crianças e adolescentes foi instituído, pela Lei Federal nº. 9.970/00, o dia 18 de Maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

     É preciso fortalecer as redes de proteção à criança e ao adolescente para realizar, de forma efetiva, o combate ao abuso e exploração sexual infanto-juvenil. São ações que impõem o conhecimento de causa para que possam ser promovidas com sucesso, visando sempre à melhoria da qualidade de vida das crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade social.

   Enfrentar o abuso e a exploração sexual é buscar garantir os direitos fundamentais de crianças e adolescentes. Todas as pessoas têm direito ao desenvolvimento de uma sexualidade saudável e protegida como uma forma de afeto entre os seres humanos. Nesse sentido se inserem as crianças e os adolescentes brasileiros, enquanto seres humanos especiais por se encontrarem em condição peculiar de pessoas em desenvolvimento – cidadãos plenos de direitos.

     O art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente aponta que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. O Estatuto ainda garante que crianças e adolescentes devem ser protegidos de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.


     O CONSIJ-PR, órgão representante do Poder Judiciário para as políticas de atenção à infância e à juventude, apoia as iniciativas governamentais propostas, tal como a campanha federal “Faça Bonito” lançada pelo Governo Federal e repisada por Estados e Municípios.

Situações de abuso e exploração de crianças e adolescentes

1. Exploração econômica (trabalho infantil): Ocorre quando as crianças e adolescentes são constrangidos, convencidos ou obrigados a exercer funções e a assumir responsabilidades de adulto, inapropriadas à etapa de desenvolvimento em que se encontram.

2. Negligência: Configura-se na falta de cuidados com a proteção e o desenvolvimento da criança ou adolescente.
3. Abandono: Incide quando há ausência da pessoa de quem a criança ou o adolescente está sob cuidado, guarda, vigilância ou autoridade.
4. Violência física: Quando se usa da força física utilizada para machucar a criança ou adolescente de forma intencional, não-acidental. Por vezes, a violência física pode deixar no corpo marcas como hematomas, arranhões, fraturas, queimaduras, cortes, entre outros.
5. Violência psicológica: Ocorre por um conjunto de atitudes, palavras e ações que objetivam constranger, envergonhar, censurar e pressionar a criança ou o adolescente de modo permanente, gerando situações vexatórias que podem prejudicá-lo em vários aspectos de sua saúde e desenvolvimento.
6. Violência institucional: Manifestação de violência contra crianças e adolescentes praticada por instituições formais ou por seus representantes, que são responsáveis pela sua proteção.
7. Omissão institucional: Se dá quando ocorre omissão dos órgãos em cumprir as suas atividades de assegurar a proteção e defesa de crianças e adolescentes.
8. Violência sexual: É a violação dos direitos sexuais pelo ato de abusar ou explorar do corpo e a sexualidade de crianças e adolescentes.