S Í N T E S E

 

A Resolução nº 192/2014, do Conselho Nacional de Justiça, apresenta um plano de gestão firmado em Competências, definindo-as como o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao desempenho das funções dos servidores que visam alcançar objetivos estratégicos do Poder Judiciário.

Entre os Órgãos Públicos se faz premente investimentos em programas de capacitação e treinamento para adequar e profissionalizar os quadros funcionais. Entretanto, somente cursos são insuficientes. Deve-se articular um plano de desenvolvimento consistente e reconhecido na organização para que agregue valor.

Para o alinhamento estratégico da Corregedoria-Geral da Justiça às práticas orientadas pelo CNJ e pelo TCU optou-se pela implantação da gestão por competências, sob a égide de um programa maior, intitulado de Governança.

Enquanto a gestão por competências abarca ações de direcionamento, monitoramento e análise de desempenho dos servidores, por meio de programas e projetos que conduzem a resultados de curto, médio e longo prazo, o Programa de Governança norteia todo esse processo para o alcance da excelência dos serviços prestados.

A implementação da gestão por competências exige a identificação e especificação das atribuições distribuídas ao servidor e como estas se relacionam com processos e atuações expectadas. Com o estudo dos fluxos processuais, a definição das complexidades a eles inerentes e o que será imprescindível para executá-las, a tendência é de melhoria contínua.

 

R E S U L T A D O S   /   R E C O M E N D A Ç Õ E S 

 

A adoção da gestão por competências tem como benefícios a melhoria dos programas de capacitação, de seleção interna, de alocação de pessoas, de movimentação e de avaliação, bem como a adequação das atividades exercidas pelo servidor às suas competências e para o aumento da motivação intrínseca, o que promove resultados mais efetivos. Afeta diretamente a eficácia, eficiência e efetividade dos serviços prestados nos setores e Unidades.

Busca-se melhoria na qualidade e na celeridade dos serviços e, consequentemente, adequação e uso mais eficiente dos recursos utilizados pelo Órgão Público.